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Morais de Carvalho (1801-1878)

Advogado e Político | Vouzela

Alberto António de Morais Carvalho, nasceu na Vila de Vouzela a 22 de novembro de 1801 e faleceu em Lisboa a 15 de abril de 1878. Pertenceu ao conselho do Rei, foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, deputado às cortes, ministro dos negócios eclesiásticos e da justiça, conselheiro do tribunal de contas, governador civil do distrito de Lisboa. Abraçou a revolução liberal da junta do Porto contra o governo de D. Miguel e abortando a revolução emigrou para Espanha, dali para Inglaterra e daí para o Brasil. Foi um cidadão benemérito, ilustre e de superior formação, pelo que os seus patrícios lhe erigiram em 1882 uma estátua na praça que tem o seu nome.

Alguns livros:

Estátua a Morais de Carvalho
Capela S. Frei Gil e Estátua Morais Carvalho

Na enciclopédia Luso-Brasileira podemos ainda recolher mais informação:
Bacharel em Cânones na universidade de Coimbra, político de ideias liberais, em 1828 comparticipou na revolução que chegou a implementar a Junta do Governo Provisório do Porto e, em consequência do insucesso da intentona, emigrou, com a divisão liberal, para a Galiza, passou a Inglaterra e estabeleceu-se no Rio de Janeiro. Regressou a Portugal em 1848, cumulando o exercício da advocacia com a actividade política. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa no biénio 1852-1853; membro da Junta Geral do Distrito de Lisboa e Governador Civil em 1859. Deputado em várias legislaturas, tomou parte no Ministério do Duque de Loulé, encarregado da pasta dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, que sobraçou até 21.02.1862, já no Ministério de Sá da Bandeira. Par do Reino por carta régia de 30.12.1862, foi dignitário da Ordem da Rosa do Brasil, por mercê do Imperador D. Pedro II, em 1872.